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Campanha arqueológica de 2016

O Projecto Arqueologia das Cidades de Beja irá realizar escavações arqueológicas

entre 15 e 26 de Agosto.

Todos os interessados, alunos de Mestrado e de Licenciatura em Arqueologia,

podem inscreve-se através de arq.cidadesdebeja@gmail.com ou presencialmente

no Instituto de Arqueologia da Universidade de Coimbra,

Rua de Sub-Ripas 3000-395 COIMBRA.

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Construção do Centro de Arqueologia e Artes de Beja, de 2,2 milhões de euros, arranca até março

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A construção do Centro de Arqueologia e Artes de Beja, num investimento de 2,2 milhões de euros e que inclui um museu vivo com vestígios arqueológicos do fórum romano da cidade, deverá arrancar até março deste ano.
Atualmente, a Câmara de Beja, a promotora do projeto, está a tratar do processo para financiar a obra através do Fundo Jessica, o qual ficará concluído com o visto do Tribunal de Contas aos contratos de financiamento e de empreitada, disse hoje à agência Lusa o presidente do município, João Rocha.

A autarquia espera adjudicar a empreitada “em breve” e as obras deverão arrancar “logo depois de ser dado o visto do Tribunal de Contas” e, em princípio, “durante o primeiro trimestre” deste ano, ou seja, até final de março, disse o autarca.

O Fundo Jessica, constituído pela Comissão Europeia, pelo Banco Europeu de Investimento e pelo Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa, tem como objetivo apoiar os países da União Europeia no financiamento de projetos de reabilitação urbana.

Com o Fundo Jessica, a tradicional forma de apoio a projetos através de comparticipações a fundo perdido é substituída por fundos estruturais comunitários numa ótica de financiamento reembolsável e no âmbito de novos mecanismos de engenharia financeira, ou seja, os Fundos de Desenvolvimento Urbano.

O Centro de Arqueologia e Artes vai “nascer” num quarteirão junto à Praça da República, no centro histórico de Beja, a partir da construção de um módulo na área do antigo edifício do departamento técnico da câmara, que foi demolido após um incêndio, em 2008, e da reabilitação de outros dois edifícios.

Os edifícios envolvem um logradouro interior, onde foram achados, têm sido escavados e postos a descoberto vestígios arqueológicos, como os do antigo fórum romano de Beja, os quais vão constituir o “museu vivo” do centro.

O núcleo arqueológico inclui, entre outros achados, um templo romano do século I d.C. soterrado em Beja, o qual tem sido escavado desde que foi descoberto em 2008 e, segundo a arqueóloga Conceição Lopes, é “o maior” de Portugal e “um dos maiores” da Península Ibérica.

De acordo com a arqueóloga, o património do núcleo é “extraordinariamente importante”, porque “pode, finalmente, permitir contar a história” de Beja, desde o século VII a.C., na Idade do Ferro, até ao século XXI.

O Museu Jorge Vieira, atualmente situado num edifício na rua do Touro, em Beja, será instalado no centro e terá espaços para exposição das coleções de esculturas e desenhos de Jorge Vieira e que o falecido artista plástico doou à Câmara de Beja em 1995.

Segundo o projeto, o centro irá incluir também gabinetes de trabalho e ateliês de arqueologia e áreas onde foram descobertos vestígios medievais de cunhagem de moeda.

O centro vai incluir ainda áreas para tratamento, depósito e exposição de espólio arqueológico recolhido no local, um espaço dedicado a serviços educativos e uma sala polivalente com vista para os vestígios arqueológicos postos a descoberto no logradouro.

 In diario Online; 13 de janeiro de 2015

Escavações arqueológicas desvendam o que poderá ser a Casa da Moeda de Beja

Escavações no antigo edificio dos Serviços Técnicos da Câmara de Beja levam à descoberta de vestígios daquilo que poderá ser a Casa da Moeda do reinado de D.João III.

As escavações arqueológicas que decorrem no edificio onde funcionava o departamento técnico da autarquia de Beja continuam a desvendar elementos de grande importância de acordo com a edição de hoje do jornal Público poderá estar ali uma Casa da Moeda que remonta a 1524 referente ao reinado de D.João III. (mais…)

Projeto Arqueologia das Cidades de Beja: Uma cidade contada em cacos

 

 

Saberá o bejense do século XXI, que traz às costas o pesado fardo do interior e todas as suas inerências, que durante séculos, entre o período fenício e as Descobertas, aqui cresceu e se consolidou um centro cosmopolita, com fortes ligações ao Mediterrâneo e às cidades do sudoeste peninsular, como Huelva, Cádis ou Miróbriga? A resposta dorme debaixo das calçadas da cidade, “um património riquíssimo” que a arqueóloga Conceição Lopes quer desvendar aos seus herdeiros, se possível quebrando-lhes o mau hábito de se esquecer do passado e não se orgulhar dele. As escavações ainda decorrem no núcleo arqueológico da praça da República, revelando todos os dias novos cacos, novas histórias.

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Peças antigas invadem espaços públicos de Beja

 

Se ao entrar numa pastelaria para beber um café ou comer um bolo e encontrar uma peça de cunhagem de moedas antigas ou, ao entrar no banco se deparar de forma inusitada, com um pote da época muçulmana ou um prato, não estranhe. A arte saiu à rua. 

 

“A construção revela-se à cidade” é o conceito que está subjacente à exposição que hoje vai ser inaugurada em Beja, a partir das 15h00.

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Câmara apresenta Centro de Arqueologia e discute formas de colaboração com IPBeja

A Câmara Municipal de Beja apresenta hoje no auditório da Escola Superior de Educação o projecto do Centro de Arqueologia e Artes e Museu Jorge Vieira.

A iniciativa destina-se a toda a comunidade do Instituto.

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Achados em Beja revelam parceria público-privada do séc. XVI

 

O subsolo do centro histórico de Beja continua a revelar-se uma caixa de surpresas no que diz respeito aos valores arqueológicos que preserva.

Qualquer movimento de terras coloca a descoberto novos dados sobre o passado histórico da cidade, que entre o século I e II depois de Cristo foi capital do Conventus Pacensis (circunscrição administrativa com sede na actual Beja), a partir do qual era administrada uma das regiões que constituíam a Lusitânia.
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Beja avança para a construção do Centro de Arqueologia e Artes

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A autarquia liderada por João Manuel Rocha da Silva vai assim dar seguimento ao projecto que já tinha sido idealizado pelo anterior executivo, encabeçado por Jorge Pulido Valente, e que contempla a execução de um espaço que albergue a colecção Jorge Vieira em melhores condições e que, a restante parte do edifício, seja um centro de arqueologia da cidade de Beja.

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Incêndio abriu caminho a valiosas descobertas arqueológicas em Beja (Ciência Hoje)

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Um «imponente» templo romano entre os edifícios escavados

Foi um incêndio, em Outubro do ano passado, que abriu as portas às escavações que estão a ser realizadas na Rua da Moeda, centro de Beja e da antiga Pax Julia. Como era esperado, desde que, nos anos 1940, Abel Viana investigou o centro da cidade, as escavações vieram pôr a descoberto achados que “podem contar a história da cidade desde o Século VI a.C. até ao século XXI”. Entre os quais, o templo romano do século I d.C. que já fora identificado há 70 anos.

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Escavações arqueológicas: Em Beja e até às instalações da antiga tipografia do DA (Rádio Voz da Planície)

 

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As escavações arqueológicas prévias à construção do novo edifício dos serviços técnicos da Câmara Municipal de Beja estendem-se agora aos terrenos onde esteve instalada a tipografia do Diário do Alentejo (DA).

As escavações arqueológicas prévias à construção do novo edifício dos serviços técnicos da Câmara Municipal de Beja estendem-se agora aos terrenos onde esteve instalada a tipografia do Diário do Alentejo. Esta nova fase de prospecção foi antecedida da demolição de uma parte do edifício, nomeadamente, na remoção de chapas de fibrocimento e de asnas metálicas.

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