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Peças antigas invadem espaços públicos de Beja

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Se ao entrar numa pastelaria para beber um café ou comer um bolo e encontrar uma peça de cunhagem de moedas antigas ou, ao entrar no banco se deparar de forma inusitada, com um pote da época muçulmana ou um prato, não estranhe. A arte saiu à rua. 

 

“A construção revela-se à cidade” é o conceito que está subjacente à exposição que hoje vai ser inaugurada em Beja, a partir das 15h00.

Captura de ecrã 2014-11-27, às 1.54.43 PM

A mostra, constituída por peças arqueológicas colocadas, de forma isolada ou em grupos, em alguns espaços públicos, tais como mercearias, pastelarias, cafés, bancos, tem como propósito revelar a cidade como um museu aberto e, com isso, envolver a comunidade. Moedas antigas, metais preparados para cunhagem de moedas, uma garrafa produzida em Inglaterra na fábrica onde trabalhou, em criança, o escritor Charles Dickens, um prato da loiça inglesa que antecede a loiça cavalinho, potes da época muçulmana, são alguns exemplos do que pode ser visto num passeio pelos espaços públicos da cidade.

O projecto é da Câmara Municipal de Beja em articulação com a Universidade de Coimbra, sob coordenação da arqueóloga Conceição Lopes.

Para nos dar a conhecer o projecto que pretende mobilizar os cidadãos através da sua herança cultural, Conceição Lopes traça-nos o roteiro que nos leva às peças e ao que elas representam.

Aos olhos de quem vive a cidade, são cerca de 40 as peças que vão poder ser apreciadas durante cerca de três meses.

 

(Retirado do Jornal online, Voz da Planície)

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